quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Dom Bosco


Nos meus estágios durante o mês de agosto, a professora vem estudando com as crianças a história de João Bosco, mas conhecido como Dom Bosco.
Aqui está uma pequena parte de sua história:
Foi padre Católico Apostólico Romano, educador, desenvolveu a educação infantil e juvenil e o ensino profissional, sendo um dos criadores do sistema preventivo em educação. Dedicou-se também ao desenvolvimento da imprensa católica.
Fundação dos Salesianos:
Bosco pensava em organizar uma associação religiosa, lhe sugeriram organizar uma sociedade de cidadãos que se dedicasse às atividades educativas realizadas pelos oratórios em moldes civis. Os primeiros salesianos fizeram os votos religiosos de castidade, pobreza e obediência. A partir de 1863, além dos oratórios, os salesianos passam a se dedicar também aos colégios e escolas católicas para meninos e jovens.
Fundação das Filhas de Maria Auxiliadora:
Em 1861, na cidade italiana de Mornese, Maria Domingas Mazzarello convida sua amiga Petronilla para juntas organizarem uma oficina de costura para meninas. Em 1863 a oficina começa a acolher meninas órfãs. O seu trabalho é superviosionado pelo Pe. Domingos Pestarino, que havia se associado aos salesianos. Com o auxílio de Pestarino, Bosco propõe às jovens que se organizem como uma congregação religiosa, com o nome de Filhas de Maria Auxiliadora e em 5 de agosto de 1872 as primeiras salesianas fazem seus votos. Maria Mazzarello foi a primeira superiora da congregação.

A importância do material concreto



A Psicologia alcançou um grande desenvolvimento nesta segunda metade do século XX.A mais notável contribuição para a psicologia cognitiva é atribuída a Jean Piaget.
Durante pelo menos três décadas os professores demonstraram grande interesse pelas etapas de desenvolvimento mental estabelecidas por Piaget.
Ao preconizar que a inteligência se constrói Piaget estabeleceu uma seqüência de etapas em que a etapa do pensamento concreto antecede a de pensamento abstrato
necessariamente.
Para Piaget é da ação que a inteligência,o pensamento e a lógica derivam,pois a operação nasce da ação. A primeira característica das construções
lógicas ou matemáticas é que são sistemas ou, se preferirmos, estruturas.
Para compreendermos estas idéias precisamos atingir um nível de pensamento denominado por Piaget como pensamento operatório formal.
A característica do pensamento formal é de elaborar uma lógica que se baseia em proposições – o que a distingue da lógica das classes e das relações,
que intervém no nível concreto e se baseia diretamente nos objetos.
Decorre daí que todos os jogos, e nos primeiros níveis,os apoiados em material concreto, servem de alavancas para o desenvolvimento dos níveis superiores de pensamento necessários não só para o avanço das idéias matemáticas,
mas também para a compreensão dos processos de aprendizagem de todas as disciplinas
de um currículo básico.

A importância do Estágio


O estágio é um processo de aprendizagem indispensável a um profissional que deseja estar preparado para enfrentar os desafios de uma carreira.
Está no estágio a oportunidade de assimilar a teoria e a prática, aprender as peculiaridades e “macetes” da profissão, conhecer a realidade do dia a dia, no que o acadêmico escolheu para exercer.
À medida que o acadêmico tem contato com as tarefas que o estágio lhe proporciona, começa então a assimilar tudo aquilo que tem aprendido e até mesmo aquilo que ainda vai aprender teoricamente.
Sabemos que pedagogicamente o aprendizado é muito mais eficaz quando é adquirido por meio da experiência. Temos muito mais retenção ao que aprendemos na prática do que ao que aprendemos lendo ou ouvindo. O que fazemos diariamente e com frequência é absorvido com muito mais eficiência.
É comum o estagiário lembrar do que realizou durante o estágio enquanto assiste às aulas e do que aprendeu em sala enquanto está exercendo as atividades no estágio.
Aos que já estagiaram são indiscutíveis os benefícios e vantagens desta experiência. As aulas em sala de aula ensinam conceitos e teorias que são necessárias aos futuros profissionais. A vivência do trabalho permite assimilar vários elementos que foram ensinados teoricamente.
É possível distinguir aquilo que precisamos aprender e nos aperfeiçoar. Torna-se possível identificar deficiências e falhas. O estágio é o momento mais apropriado para extrair benefícios dos erros. Será também possível auferir a qualidade do ensino que temos conforme as dificuldades que enfrentamos.
Segundo as palavras de Vicente Paulo & Marcelo Alexandrino, Direito do Trabalho, “A finalidade do estágio é proporcionar ao estudante um trabalho para a complementação do ensino do curso que ele está fazendo. Tem natureza pedagógica, visando a melhor formação profissional do estagiário”.
Uma vez iniciado o estágio, vencidas as dificuldades e tendo-se condições de estagiar, deve-se abraçar a oportunidade, como oportunidade única, pois não faria sentido frequentar um estágio se não houvesse comprometimento, responsabilidade, determinação e expectativa quanto a uma eventual efetivação.
Também seria desperdício de tempo e energia sofrer o desgaste do estágio somado ao desgaste do curso se não houvesse interesse firme em aprender e preparar-se para a profissão.
Enfim, um bom estagiário deve ter um bom estágio, ambos devem ser produtivos e capazes de formar um profissional pronto a enfrentar os desafios da profissão e gerar boas expectativas de sucesso.
A reciprocidade verdadeira entre acadêmico e empresa e o desenvolvimento profissional e estudantil garantem sucesso, desenvolvimento e realização para ambas as partes.